Os Salmos
são declarações ritmadas. Sua autoria é do Rei David e datam de
cinco mil anos depois da morte do rei Salomão. São 150 salmos que
expressam a verdade e aqui estão alguns deles. Eles estão presentes
entre o Antigo e Novo Testamento. Existem salmos para curar, adquirir
bens, para a família, para proteção, etc.
Para entrar
em contato com o anjo da guarda, antes de ler o salmo, apóie seu
dedo indicador da mão direita sobre o polegar e coloque-os na frente
dos lábios e diga o nome de seu anjo bem devagar, sussurrando, pausando
cada sílaba. É bom repetí-lo por sete vezes antes de começar a leitura.
Aprendi que
a forma mais correta de se entoar um salmo é quase cantando. É simples:
primeiro divida o salmo em quatro versículos, que representa o Pai,
o Filho e o Espírito Santo; terra, fogo, ar e água; os quatro pontos
cardeais, etc. Depois leia-o como um mantra-combinação de palavras
ritmamente colocadas e verbalizadas que acarretam vibrações e produzem
o efeito esperado. Cada som no mundo terreno desperta no reino invisível
a ação e a graça.
Os anjos sempre
rezam conosco. Quando oramos nossa aura muda de cor, o
que facilita o anjo entender nossa intenção. Mantenha a fé e a expectativa.
Estamos vivendo em mundo onde os resultados têm que ser imediatos.
Salmos Proféticos
Alguns salmos são considerados proféticos ou messiânicos
pela Teologia cristã, pois apontam para a vinda do Messias,
sendo com freqüência citados no Novo Testamento da Bíblia
com o objetivo de identificar Jesus Cristo como o cumpridor da promessa.
No Salmo 2, que fala do reinado do Ungido de Deus,
verifica-se algumas citações no livro de Atos e na
Epístola aos Hebreus.
Já o Salmo 8 que fala da glória
divina e da dignidade do filho do homem é citado no Evangelho
de Mateus, bem como em algumas epístolas de Paulo.
Por sua vez, o Salmo 16 seria uma referência à ressurreição
de Cristo em seu verso 10, quando David assim profetiza:
"Pois não deixarás a minha alma na morte,
nem permitirás que o teu Santo veja corrupção."
Por sua vez, o Salmo 22 fala do sofrimento e da
vitória do Messias que entende-se ter se cumprido na crucificação
de Jesus, principalmente devido aos versos 7 e 18
que, respectivamente, coincidem com a zombaria experimentada durante
o martírio e a repartição das vestes pelos
soldados.
Todos esses salmos foram proferidos pelo rei Davi que teria governado
Israel um milênio antes do ministério de Jesus.
Importante destacar que tais salmos referem-se à numeração
da Bíblia protestante, o que deve ser observado pelo leitor
ao consultar a Bíblia católica cujo conteúdo
é o mesmo.
Os Salmos e a história de Davi
Vários salmos relacionam-se com os acontecimentos que marcaram
a vida do rei David.
O Salmo 59 tem a ver com a ocasião em que Saul teria enviado
homens à casa de Davi para prendê-lo. Já os
salmos 34 e 56 referem-se à sua fuga de Saul. Por sua vez,
o salmo 142 foi composto quando Davi encontrava-se escondido na
caverna de Adulão, na região do mar Morto.
Ao terminar a perseguição de Saul, Davi compõe
o Salmo 18, ressaltando a fidelidade de Deus.
Quando é confrontado pelo profeta Natã sobre o seu
adultério com Bate-Seba e a morte de Urias, Davi compõe
o Salmo 51, demonstrando o seu verdadeiro arrependimento.
Novamente ao ser perseguido, agora por seu filho Absalão,
Davi ainda escreve os salmos 3 e 7, o que revela sua confiança
no livramento de Deus.
Além destes citados acima, outros salmos que se relacionam
com passagens da vida de Davi seriam o 52 (depois que Doengue assassinou
os 85 sacerdotes e saus famílias), o 54 (quando os zifeus
tentaram traí-lo), o 57 (enquanto se encondia em uma caverna)
e o 63 (enquando escondia-se no deserto de En-Gedi).
Os salmos acabaram por constituir um hinário litúrgico
para uso no templo de Jerusalém, do qual transitaram quer
para a sinagoga judaica, quer para as liturgias cristãs.
Na Igreja Católica, os 150 salmos formam
o núcleo da oração quotidiana: a chamada Liturgia
das Horas, também conhecida por Ofício Divino e cuja
organização remonta a S. Bento de Núrsia. A
oração conhecida por rosário, com as suas 150
Ave Marias, formou-se por analogia com os 150 salmos do Ofício.
Vários salmos são considerados pelos teólogos
como proféticos ou messiânicos, pois referem-se à
vinda do Cristo e, por isso, existem muitas citações
de versos dos salmistas no Novo Testamento com o propósito
de provar o cumprimento das professias na pessoa de Jesus.
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