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| Santo Graal – Jesus, Maria Magdalena e Da Vinci - Parte IV |
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Em 1495, Leonardo da Vinci começou a pintar “A Última Ceia” numa parede do refeitório da Igreja de Santa Maria delle Grazie, em Milão.
No documentário transmitido pela emissora GNT, a jornalista entrevista o padre da Igreja de Santa Maria delle Grazie e admirando a pintura ela faz a seguinte pergunta ao padre:
- Não é possível que seja uma mulher ao lado de Jesus? E o padre responde: “Não, claro que não”. A jornalista insiste: “Parece uma mulher”. O padre afirma: “Não parece”. |
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As pinturas são simbólicas por natureza e de acordo com Dan Brown existe um forte significado na posição dos corpos deles (Jesus e Maria Madalena). Eles formam um “V”. O V é um símbolo muito antigo, muito antes de Da Vinci, é o símbolo do feminino, ele representa basicamente o útero em seu mais puro sentido simbólico. Segundo Carlo Pedretti, Historiador de Arte e diretor do Instituto Leonardo de Florença, em 1979 ele disse a mesma coisa, acredita que seja uma mulher ao lado de Jesus, seria Maria Madalena e não João. Ele é um dos maiores estudiosos de Da Vinci. No documentário, Carlo Pedretti mostra uma obra que é uma cópia de “A Última Ceia” por Marco D’ Oggiono.
Pedretti acredita que o trabalho de um dos melhores alunos de Da Vinci pode provar que a pessoa é uma mulher. No documentário ele apresenta um retrato feito pelo aluno, um retrato feminino a partir do rosto de João, o apóstolo “João”.
A pessoa pintada no retrato é a mesma pessoa que vimos antes, com o mesmo tipo de cabelo. Um cabelo bonito e cacheado, caindo como uma cascata e traços delicados. Certamente não é um homem, conclui Pedretti. Mas se Da Vinci sabia algo sobre Maria Madalena que a maioria das pessoas não sabia, quem lhe deu essa informação?
O livro “O Código Da Vinci” sugere que ele pertencia a uma Sociedade Secreta que transmitia esse conhecimento perigoso de geração a geração. Mas em nossa pesquisa não nos baseamos no livro de Dan Brown, mas podemos afirmar que ele foi um dos pontos iniciais de nossas investigações em relação aos estudos aqui apresentados, confirmamos cada época, cada lugar e muito além, para que pudéssemos publicar a história mais próxima da razão.
No início dos anos 60, foram descobertos documentos nas estantes da Biblioteca Nacional Francesa, os chamados “Documentos Secretos”, ou “Lês Dossiers Secrets”. Não se sabe realmente a sua origem. O fato é que em 1966, antes de morrer, o autor destes “Dossiers Secrets”, Leo Schidlof, teria colocado estes documentos em uma maleta confiada ao courier Fakhar il Islam, que a entregaria para um agente do Priorado em Genebra. Fakhar il Islam misteriosamente não chegou ao seu destino e em 20 de Fevereiro de 1967 seu corpo foi encontrado decapitado em uma ferrovia em Melan, fato comprovado e registrado em jornais da época. A maleta com os documentos desapareceu.
Os documentos se referem várias vezes ao “Priorado de Sião” e a vários de seus Mestres através dos séculos. Os nomes incluem alguns dos mais famosos artistas e pensadores ocidentais como: Isaac Newton, Botticelli (Sandro Filipepi), Nicolas Flamel, Robert Boyle, René D’Anjou, Jean de St. Clair, Victor Hugo, Louis de Nevers...e outros não muito conhecidos.
E um dos nomes citados é, o de Leonardo da Vinci. |
| Numa publicação feita pelo governo francês, na qual todos os grupos e sociedades civis devem ser registrados, existe de fato o “Priorado de Sião” descrito como “Monastério do Sinai” (Prieuré de Sion). Seus objetivos: “Estudos e ajuda Mútua a Membros”. Fato registrado na edição nº 167 de 20 de Julho de 1956 no Journal Officiel.
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O historiador Carlo Pedretti diz que ficou fascinado, pois pouco se sabe sobre os últimos anos de Da Vinci, exceto que ele foi viver na França. Ele procurou provas de que Leonardo da Vinci pertenceu ao Secreto Priorado de Sião (Prieuré de Sion). Nesse documentário transmitido pela GNT, Pedretti afirma que encontrou algumas ligações que não poderiam ser jamais inventadas e resolveu investigar a fundo, mas não encontrou mais nada, pois durante as grandes perseguições, muitas obras, livros e documentos secretos haviam sido queimados, e os que restaram ainda estão muito bem escondidos, mas ele diz que continuará investigando.
Segundo estudiosos, a idéia predominante é de que Maria Madalena não só era casada com Jesus, como também teria tido um filho Dele. E, depois da crucificação ela teria fugido da Terra Santa e trazido a criança para a França. Seus descendentes teriam se casado com a nobreza francesa e formado o Priorado de Sião, uma sociedade secreta que viria a recrutar homens como Leonardo da Vinci. A princípio não há provas de um filho ou descendentes em nenhum documento histórico. Os que acreditam que houve um filho acham que essa informação pode ser encontrada nas histórias que circulam há séculos no Sul da França, a mais famosa é O Santo Graal.
O Cálice de Valência Segundo arqueólogos, esse Cálice foi feito no século I, na Palestina, com ágata roxa, com 9 centímetros de altura. As Asas de ouro, rubis e esmeraldas incrustadas em sua base foram colocadas no século XIII, dando ao conjunto o tamanho total de 17 centímetros. Segundo alguns estudiosos, o Cálice foi trazido para Roma por S.Pedro, era o mesmo que Jesus usou na Última Ceia.
Depois fugindo da perseguição aos cristãos,
foi levado para a Espanha. Lá ficou com um ermitão de nome
Juan de Atarés no mosteiro S. Juan de La Peña, dizem que
dai surgiram as lendas do Santo Graal e do Ermitão. Foi levado
para Zaragoza. De lá para a catedral de Valência, onde existe
uma ala chamada "Capela do Santo Cálice" construída
no século XIV. Essa imagem à sua esquerda (acima), é
o lugar onde se encontra hoje o "Cálice Sagrado" protegido
por vidro blindado.
O Santo Graal (O Sangraal ou Sangue Real) é uma expressão medieval que designa normalmente o Cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia e está presente nas histórias Arthurianas, sendo o objetivo da busca dos Cavaleiros da Távola Redonda, único objetivo com capacidade para devolver a paz ao Reino de Arthur. No entanto, em outra interpretação, ele designa a descendência de Jesus com o “Sangraal” ou “Sangue Real” ligada à Dinastia Merovíngia. Existe também a interpretação de que ele é o representante do corpo de Maria Madalena, a suposta esposa de Jesus Cristo e sua herdeira na condução da nova religião.
Segundo pesquisadores, a descendência de Jesus era de sangue real, ele próprio herdeiro do trono de Jerusalém por ser descendente do Rei Davi, migrou para Europa, particularmente para a França e fundou a Dinastia Merovíngia, cuja posição, mais tarde, foi usurpada pelos Carolíngios e pela Igreja Católica. Os Merovíngios se diziam descendentes de reis de Tróia, e isso justifica tantas localidades na França que possuem um nome que lembra Tróia, como Troyes e Paris. A Historiadora Margaret Starbird acredita que o cálice sagrado que carregou o sangue de Jesus Cristo era a própria Maria Madalena, aquela que carrega o filho, a família Dele.
De acordo com a lenda normalmente conhecida, o cálice foi usado na Última Ceia e na crucificação para colher o sangue de Jesus e foi levado para a França no século I. Os relatos são semelhantes à história de Maria Madalena. Segundo lendas, fugindo da perseguição, um barco sem remos apareceu na costa da França, trazendo o Santo Graal. A historiadora afirma que o Santo Graal não era só Maria Madalena, mas seu filho com Jesus, e que por ela correr perigo, talvez porque fosse mãe, a família e os amigos dessa mulher tenham mantido-na escondida e que a teriam tirado de Jerusalém e levado para um lugar realmente seguro. Há também outro relato semelhante de que, quatorze anos após a morte de Jesus, Maria Madalena foi posta em um barco pelos Judeus, sem velas ou remos junto com Lázaro e Martha seus írmãos, St. Máximo um dos 72 discípulos de Auvergne que de fato inclusive batizou M. Madalena, St. Sidonius "o cego", sua empregada chamada curiosamente Sara e o corpo de Santa Ana (St. Anne). Chegando a França e lá permanecendo até os últimos dias da sua vida em contemplação. Havia uma criança, uma adolescente negra chamada Sara, que teria percorrido os campos de Provença a cavalo curando crianças doentes na mesma época. Mas a lenda diz que ela era uma serva egípcia, e não filha de Maria Madalena. Ela simplesmente desapareceu e ninguém sabe o que houve com Sara.
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