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21 de Janeiro, 1h30 - A criatura foi transferida para o Hospital Humanitas, que fica mais próximo da periferia. Muitas pessoas viram a estranha movimentação do Exército, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar nos dois hospitais. Provavelmente, a transferência deveu-se ao fato de o Humanitas ser melhor aparelhado e de estar longe do centro da cidade, o que faria com que menos pessoas vissem toda a movimentação militar. No dia seguinte, já no domingo, foram observados carros com militares chegando no Humanitas, com placas de Belo Horizonte, bem como médicos da USP e da Unicamp. Ainda desconhecemos que tipo de tratamento teve ou tiveram o ser ou os seres, uma vez que não sabemos se o ET que levou os três tiros também foi levado ao hospital. Tudo indica que sim. A criatura que entrou com vida no Humanitas acabou morrendo lá dentro. Não sabemos se de morte natural, se estava gravemente ferida, doente, ou ainda - o que seria lamentável - se teria "sido" morta.
22 de Janeiro, 16h - A ESA, com o auxílio de três caminhões Mercedes-Benz tipo 1418, com a carroceria coberta com capota de lona, e vários veículos sem identificação, provavelmente do Serviço de Inteligência (S2), inicia a ação de retirada dos seres do Hospital Humanitas. Foi feita uma série de manobras de despistamento por dentro da cidade, com o auxílio de rádios portáteis de comunicação e telefones celulares um de cada vez, os caminhos encostaram de ré na porta lateral do Humanitas. Nesse local havia mais de 15 pessoas, entre médicos, enfermeiros e militares do Exército, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. Uma caixa especial reforçada, uma espécie de caixão de defunto, em cima de dois cavaletes, recebeu o corpo do ser. A tampa foi colocada na caixa e devidamente lacrada. Depois foi todinha enrolada com plásticos pretos e instalada no caminhão, devidamente amarrada. A lona traseira do caminhão foi instalada e suas janelas laterais de plástico, também foram fechadas, de maneira que não se podia ver absolutamente nada dentro do veículo. Quando esses caminhões retomaram à ESA, foram vistos pelo dr. Marcos A. Carvalho Mina, médico-veterinário do Zoológico de Varginha.
23 de Janeiro, 4h - Um comboio todo especial sai da ESA com destino a Campinas. Uma Kombi na frente, os três caminhões em fila e atrás vários outros automóveis sem identificação. Por volta das 9 horas chegaram na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas. Posteriormente, os seres foram levados para a Unicamp e entregues ao conhecido legista Fortunato Badan Palhares, que, juntamente com o dr. Konradin Metz (ou Merve ou Nesve) e uma equipe especial de civis e militares, iniciou as autópsias e estudos científicos nos seres. Funcionários do laboratório onde trabalha o dr.Badan estranharam o fato de que, na chegada dos seres a esse local, foi pedido para todos se retirarem, fato nunca acorrido antes. Pelo menos três militares afirmaram que um dos seres foi levado para um laboratório secreto, subterrâneo, do Hospital das Clínicas, na Unicamp. Eles informaram também que existe outro laboratório secreto subterrâneo embaixo do prédio da Faculdade de Biologia. O outro ser teria sido levado a uma das geladeiras do IML (Instituto Médico Legal), situado no necrotério do cemitério dos Amarais. Vários militares disseram que nunca tinham visto esse local tão bem guardado como nos meses de fevereiro, março e abril de 1996. Também a quantidade de militares vistos nesse período circulando pela Unicamp foi assustadora. Todas essas operações de captura, transporte para os hospitais, para a ESA e Campinas foram coordenadas pelo tenente-coronel Olímpio Wanderley dos Santos, pelo capitão Ramires, pelo tenente Tibério da PE (Polícia do Exército) e pelo sargento Pedrosa. O comboio foi dirigido pelo cabo Vassalo, soldado Cirilo e soldado de Melo. Todos esses militares são da ESA. Um militar nos informou que em um dos caminhões estavam milhares de pequenos fragmentos metálicos desconhecidos. Provavelmente, tais fragmentos são oriundos daquela nave avistada pelo casal Eurico e Oralina, aparentemente danificada. Conseqüentemente, nesse grande quebra-cabeça, concluí-se que os três caminhões que foram para Campinas estavam carregando no primeiro um ser monto, no segundo um outro ser morto e no terceiro os fragmentos metálicos. Alguns militares disseram que os fragmentos metálicos, de origem desconhecida, foram levados para o Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), em São José dos Campos (SP), onde estão sendo analisados por militares brasileiros e norte-americanos, dentro de um outro laboratório secreto subterrâneo ali existente. Até há pouco tempo, a existência desses laboratórios militares secretos era de conhecida apesar de não estarem ainda devidamente confirmado.
23 de Janeiro - Um avião Búfalo sai da Base Aérea de Canoa (RS). Em seu interior havia três contêineres, uma caixa e vários militares. No primeiro contêiner havia os geradores, no segundo o equipamento de recepção e computadores e no terceiro uma pequena oficina portátil. Na caixa havia a antena desmontada. Em outras palavras, um sofisticado radar portátil. O avião seguiu para o sul de Minas. Esse radar deve ter sido instalado em alguma cidade próxima a Varginha. Nesse período, havia muita naves alienígenas sobrevoando a região. Militares da ESA informaram que certa noite ficaram preocupados com a hipótese de uma retaliação por parte dos seres extraterrestres. Nesse período, vários militares da Força Aérea e do Exército dos Estados Unidos chegaram à ESA em helicópteros. Uma área da ESA foi interditada. Agentes do Serviço de Inteligência (S2) de vários pontos do País foram enviados para a ESA. Moradores do local, de muitos anos, nunca viram tanta movimentação na Escola de Sargentos. Os militares que participaram da operação ainda hoje estão sendo vigiados e seguidos pelos S2.
26 de Janeiro - Vários militares que atuam dentro da Nasa chegam á Unicamp, alegando que iriam selecionar cientistas brasileiros para participar de futuras missões espaciais com os norte-americanos. Provavelmente, são militares que conhecem profundamente todos os detalhes sobre discos voadores e seres extraterrestres. Militares informaram que esses militares norte-americanos estão trabalhando em conjunto com os colegas brasileiros dentro do laboratório subterrâneo.
1° de Março - O secretário de Estado americano, Warren Christopher, assina com o ministro das Relações Exteriores Brasileiros, Luiz Felipe Lampreia, o "Acordo de Cooperação para o Uso Pacífico do Espago Exterior". Fica a pergunta no ar: teria algo a ver como Caso Varginha?
2 de Março - O administrador-geral da Nasa (a agência espacial dos Estados Unidos), Daniel Goldin, visitou as instalações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e assinou acordos de cooperação espacial entre as duas entidades. Já houve acordos assim no passado, mas é a primeira vez que o principal dirigente da Nasa vem ao País conhecer o aparato científico nacional. Pessoas que estão acompanhando o Caso Varginha, civis e militares, acreditam que a presença de Daniel Goldin e de Warren Christopher no Brasil envolve acordos em relação dos seres capturados em Varginha. Seria também uma forma de "justificar" a presença de militares que atuam dentro da Nasa na Unicamp.
21 de Abril, 21h - Dentro do Zoológico de Varginha há um restaurante de nome Paiqueré, o qual é alugado para terceiros. Nessa norte estavam comemorando um aniversário Dona Terezinha Gallo Clepf, 67 anos, esposa do Sr. Marcos Clepf, ex-vereador da cidade, foi à varando para fumar um cigarro. O local estava totalmente escuro. Ao olhar para o lado esquerdo, a 4 metros de distância, ela viu um ser exatamente igual ao descrito pelas jovens e pelos militares, sendo que este tinha na cabeça uma espécie de capacete amarelo. Dona Terezinha disse ter a impressão de que os enormes olhos vermelhos do ser emitiam uma espécie de luminescência, o que permitiu ver muito bem a sua face. O ser estava de pé, atrás da grade que circunda a varanda. Por estar escuro, ela não viu maiores detalhes do corpo. Durante alguns minutos, dona Terezinha ficou estática olhando para a estranha criatura e vice-versa. Em nenhum instante a criatura se movimentou ou emitiu ruído. Assustada, a mulher entrou no restaurante e ficou calada, ainda sob o impacto emocional da visão. Logo depois, retomou à varanda, e a tal criatura ainda estava lá. Desesperada, ela entrou, puxou o mando pelo braço e tratou de sair do local rapidamente. O Sr. Marcos, vendo o nervosismo da esposa, levou-a para casa. Somente no carro é que ela contou o que vira. Ainda hoje dona Terezinha se intranqüiliza quando pensa no que viu. Coincidência ou não, naquele período, em 12 dias, morreram misteriosamente cinco animais na região: dois veados, uma anta, uma arara azul e uma jaguatirica.
29 de Abril, 22h - Luiza Helena da Silva, mãe de Liliane e de Valquíria, recebe a visita de quatro elementos que não se identificaram - dois jovens e dois homens mais velhos, vestidos de temo preto e gravata. Depois de ouvirem as meninas, eles disseram que eram a "mina de ouro" delas. Em uma grande tentativa de suborno, ofereceram a elas o dinheiro suficiente para realizarem os seus sonhos, em (roca de uma gravação de um vídeo onde Liliane e Valquíria iriam dizer que não viram nenhuma criatura estranha e que tudo aquilo foi apenas uma brincadeira. Não sabemos se esses quatro elementos eram militares, fanáticos religiosos ou ainda alguém "testando" as garotas.
8 de Maio, 11h - O general de brigada Sérgio Pedro Coelho Lima, comandante da ESA, reuniu a imprensa e leu uma nota de esclarecimento, informando que nenhum elemento ou material da Escola de Sargentos das Armas teve qualquer ligação com os fatos aludidos. Ao terminar, o repórter da EPTV perguntou onde estavam os outros militares citados. Ele respondeu: "Trabalhando, em prol do Exército e em prol da nação". "O Sr. tem como provar?" "Não temos que provar nada e o que eu tinha a falar foi lido nesta nota", respondeu o general Lima, após o que virou as costas e saiu, deixando os repórteres convencidos de que realmente algo acontecera em Varginha.
29 de Maio - Em quase total sigilo, pela primeira vez na historia do Brasil, um ministro de Estado se reúne com o Alto Comando fora de uma capital. Um fato histórico. O ministro do Exército, Zenildo Zoroastro de Lucena, juntamente com 29 generais, incluindo o chefe do Estado Maior, general Délio de Assis Monteiro, o comandante militar do Sudeste, general Paulo Neves de Aquino, os chefes de diretoria e departamentos e os oito comandantes militares de área se reuniram em Campinas para uma pauta que poderia tranqüilamente ser cumprida por militares de menor escalão. Visitaram a Escola Preparatória de Cadetes do Exército para avaliar o projeto ESPCEX 2000, que visa á informatização da educação e á criação de um ambiente de ensino moderno para os cadetes, bem como à implantação do sistema de monitoramento por satélite. Depois visitaram o 28° Batalhão de Infantaria Blindado (BIB) para avaliar os 16 computadores já adquiridos de um total de 26, que visam gerar procedimentos administrativos e preparo de soldados. Daí, foram para a Embrapa conhecer o sistema de informação geográfica. No dia seguinte, foram para Pirassununga, no 2° Regimento de Carros de Combate, uma unidade da 11a Brigada de Infantaria Blindada, a fim de acompanhar as obras que estão sendo realizadas para o recebimento de 40 carros alemães de combate Leopardo, adquiridos recentemente. Segundo militares de diversos lugares do Estado de São Paulo, inclusive do Litoral, nos dias que antecederam a visita do ministro foram realizadas diversas reuniões em Campinas, Pirassununga, Bragança Paulista e provavelmente também em outros Estados, envolvendo militares do alto escalão. |
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