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| Título
Original |
Sem Controle |
| Gênero |
Drama |
| Estúdio |
Ananã Produções;
Globo Filmes |
| Estréia
no Brasil |
2007 |
| País |
Brazil |
| Linguagem |
Portuguese |
| Classificação |
14 anos |
| Duração |
93 mins |
| Formato |
Cinema |
| Colorido |
Colorido |
| Classificação
IMDB |
6.2 |
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| Elenco |
| Josias
Amon |
Tonhão
/ Carlos / Tinoco |
| Edmilson
Barros |
Edmilson / Benedito
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| Mariana
Bassoul |
Vânia /
Francisca |
| Renata
Batista |
Ana |
| Cadu
Fávero |
Claudionor /
Fernandes |
| Charles
Fricks |
André /
Julião |
| Vanessa
Gerbelli |
Dra. Márcia
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| Dirce
Migliaccio |
Dona Iolanda
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| Eduardo
Moscovis |
Danilo / Motta
Coqueiro |
| Shimon
Nahmias |
Godofredo /
Flor |
| Igor
Paiva |
Otávio
/ Policeman |
| Milena
Toscano |
Aline / Úrsula
das Virgens |
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| Equipe
de Produção |
| Diretor |
Cris D'amato |
| Escritor |
Sylvio Gonçalves |
| Produção |
Daniel Filho |
| Produção |
Vera Mello |
| Produção |
Júlio Uchoa |
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| Sinopse |
Na paixão fulminante
entre um diretor de teatro e uma jovem
misteriosa, o caso que iniciou o processo
de extinção da pena de morte
no Brasil ameaça se repetir.
Sem Controle reúne Eduardo Moscovis,
Milena Toscano e Vanessa Gerbelli numa
história repleta de personagens
inusitadas e viradas surpreendentes,
que apresenta a questão da pena
capital sob uma perspectiva absolutamente
nova.
Danilo Porto (Eduardo Moscovis) é
um diretor de teatro obcecado com a
injustiça cometida contra o fazendeiro
Manoel da Motta Coqueiro, caso que iniciou
o processo de extinção da
pena de morte no Brasil. Danilo decide
montar uma peça sobre Motta Coqueiro,
com ele próprio interpretando o
fazendeiro e os demais papéis vividos
por pacientes psiquiátricos. |
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| Imprensa |
Produção Nota |
- Estréia de
Chris D'Amato como diretora de longa-metragens.
Sem Controle é o resultado de um
projeto de cinco anos do produtor Júlio
Uchôa, que relembra:
“Eu havia me associado à
Universidade Federal Fluminense e à
Fundação Macaé de Cultura
para editar o livro Macaé: História
e Memória. Durante o processo de
pesquisa o caso de Motta Coqueiro foi
comentado pela maioria dos entrevistados,
particularmente pelos cidadãos
mais idosos. Fiquei intrigado com a
história desse fazendeiro que tinha
sido condenado à morte há
quase 150 anos, mas que ainda era citado
com reverência e temor. Então
fui me consultar com o historiador Paulo
Knaus, da UFF. O Paulo me disse que
Coqueiro foi condenado à morte
injustamente, e que essa injustiça
foi um dos fatores que conduziram à
extinção da pena de morte
no Brasil. A essa altura eu estava fascinado.
Quando soube que a esposa de Coqueiro
tinha sido uma mulher forte e misteriosa
chamada Úrsula das Virgens, eu
decidi: aquilo estava pedindo para virar
filme.” |
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| Detalhes
da Edição |
| Distribuidora |
Fox Films |
| Data
de Lançamento |
2007 |
| Núm.Discos/Fitas |
1 |
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Imagens |
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Notas |
Obsessão e
amor, pena de morte e loucura, teatro
e metalinguagem estão entre os
temas que a diretora carioca Cris
D’Amato conjuga em seu primeiro
longa-metragem, co-produção
Ananã Produções, Globo
Filmes e Fox Film. D’Amato estréia
na direção com a segurança
de quem capitaneou sets de filmagem
como assistente de direção
e diretora assistente em 29 filmes
de longa-metragem ao longo de pouco
mais de uma década.
Exibido na mostra Première Brasil,
no Festival do Rio 2007. |
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