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A Massai
Branca - The White Massai (2005) |
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| Título
Original |
Die Weisse Massai |
| Gênero |
Drama; Romance |
| Estúdio |
Roadshow |
| Estréia
no Brasil |
2007 |
| País |
Germany |
| Linguagem |
German |
| Classificação |
16 anos |
| Duração |
130 mins |
| Formato |
Cinema |
| Colorido |
Colorido |
| Classificação
IMDB |
6.5 |
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| Elenco |
| Barbara
M. Ahren |
Carolas Mutter
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| Robert
Dölle |
Frank |
| Katja
Flint |
Elisabeth
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| Barbara
Herschbach |
Jenny |
| Nina
Hoss |
Carola |
| Jacky
Ido |
Lemalian
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| Damaris
Itenyo Agweyu |
Asma |
| Morgan
Lematampash |
Tom |
| Helen
Namaso Lenamarken |
Lemalians Mama
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| Antonio
Prester |
Pater Bernardo
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| Janek
Rieke |
Stefan |
| Nicolas
Sironka |
Mini-Chief
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| Equipe
de Produção |
| Produção |
François Ivernel |
| Produção |
Brendan McCarthy |
| Diretor |
Hermine Huntgeburth |
| Escritor |
Corinne Hofmann |
| Escritor |
Johannes W. Betz |
| Escritor |
Hermine Huntgeburth |
| Produção |
Cameron McCracken |
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| Sinopse |
| Amor, loucura, paixão...
Tudo começou quando Corinne, aos
26 anos, embarcou com o então namorado
para uma viagem de férias no Quênia,
roteiro exótico que permite confrontar
o estilo de vida europeu ao modo rústico
da localidade. Em uma visita à
cidade de Likoni, Corinne avista o guerreiro
massai Lketinga que a deixa completamente
perturbada. O guia turístico define
os massais como “últimas
pessoas não civilizadas do Quênia”.
Mas, para Corinne, aquele homem negro
vestido apenas com um pano de cintura,
de longos cabelos vermelhos, coberto
de bijuterias e o corpo pintado com
símbolos é extremamente atraente.
Obcecada com a visão, que a persegue
mesmo depois que volta para casa, ela
retorna à África decidida
a encontrar o guerreiro e viver com
ele num meio selvagem, no qual a circuncisão
feminina é apenas um dos extravagantes
costumes tribais e é preciso lutar
todos os dias por água e comida.
E ela embarca na maior história
de amor de sua vida. |
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| Imprensa |
Produção
Nota |
Baseado em uma autobiografia
original da escritora Suiça Corinne
Hofmann. Em férias no Quênia,
Carola decide deixar seu namorado para
ficar com um guerreiro da tribo dos
Massai. Ela tem que se adaptar à
maneira de vida da tribo, que inclui
se alimentar de leite misturado com
sangue e posturas machistas. Será
possível sustentar um amor entre
culturas tão diversas?
Publicado no Brasil pela Geração-Ediouro,
a história da paixão de uma
empresária suíça por
um guerreiro tribal africano já
emocionou leitores em 24 países
Depois de vender quase 10 mil exemplares,
A Massai Branca – Meu caso de
amor com um guerreiro africano, da suíça
Corinne Hoffmann, lançado no Brasil
pela Geração Editorial-Ediouro,
ganha a segunda reimpressão, ao
mesmo tempo em que o filme baseado no
livro chega aos cinemas, com estréia
em 21 de setembro em todo o país.
A história da empresária suíça
que vai passar férias no Quênia
e se apaixona à primeira vista
por um guerreiro da tribo massai, com
quem vive durante cinco anos uma paixão
arrebatadora, já encantou 4 milhões
de leitores em 19 idiomas de 24 países.
A Massai Branca é uma estranha
história de amor e heroísmo,
de choque cultural e tolerância,
uma lição de vida que virou
filme de sucesso internacional. |
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| Detalhes
da Edição |
| Distribuidora |
Europa Filmes |
| Edição |
Weisse Massai, Die |
| Código
de Barras |
939871066214 |
| Data
de Lançamento |
2007 |
| Taxa
de Aspecto |
Widescreen (16:9) |
| Legendas |
English; Português;
Spanish |
| Trilhas
de Áudio |
Dolby Digital
5.1 [English]
DTS 5.1 [English]
PORTUGUÊS:
Dolby Digital 5.1 |
| Núm.Discos/Fitas |
1 |
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Imagens |
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Notas |
Um ano depois de sua
primeira visita ao Quênia, Corinne
já havia trocado o conforto de
uma vida na metrópole pelo cenário
de fome, recursos escassos e doenças
tropicais. “Foi uma grande aventura
que me levou a limites físicos
e mentais, uma luta pela sobrevivência”,
comenta a autora sobre os quatro anos
que viveu com Lketinga, com quem teve
uma filha. Sua história demonstra
que, quando se está livre de preconceitos
e aberto a novas experiências,
o amor pode acontecer onde menos se
supõe.
Corinne conta sua aventura de um jeito
gracioso e bem humorado. Mais do que
relatar sua improvável, mas verdadeira
história, ela discorre –
sem cansar – sobre este choque
de culturas distanciadas séculos
no tempo. Conta como é viver entre
o céu e o inferno numa cabana feita
de palha e estrume de vaca, mal se comunicando
com o parceiro, cujo idioma não
entende. |
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