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Cada um com
Seu Cinema (2008) |
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| Título
Original |
Chacun Son Cinéma |
| Gênero |
Drama |
| Estúdio |
Elzevir Films |
| Estréia
no Brasil |
07 de março
de 2008 |
| País |
France |
| Linguagem |
Mandarin |
| Classificação |
16 anos |
| Duração |
119 mins |
| Formato |
Cinema |
| Colorido |
Colorido |
| Classificação
IMDB |
6.5 |
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| Elenco |
| George
Babluani |
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| Cindy
Beckett |
Supporting
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| Josh
Brolin |
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| Antoine
Chappey |
Le Secrétaire
de Khrouchtchev |
| Farini
Cheung |
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| Casper
Christensen |
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| Yves
Courbet |
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| David
Cronenberg |
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| Audrey
Dana |
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| Duarte
de Almeida |
Le Pape Jean
XXIII |
| Émilie
Dequenne |
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| Anne-Marie
Louise Curry |
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| Equipe
de Produção |
| Diretor |
Walter Salles, Ethan
Coen, Joel Coen, David Lynch, Roman
Polanski e outros |
| Escritor |
Manoel de Oliveira |
| Escritor |
William Chang |
| Produção |
Laura Briand, Denis
Carot, Gilles Ciment, Gilles Jacob,
Serge Lalou, Marie Masmonteil, Jacky
Pang Ye |
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| Sinopse |
O conjunto dos canônicos
cineastas representa cinco continentes
e 25 países. David Cronenberg atua
em seu provocativo e deslocado At the
Suicide of the Last Jew. Abbas Kiarostami
fotografa o choro das mulheres ante
à perspectiva trágica de Franco
Zeffirelli em Romeu e Julieta (1968).
A hilária autobiografia de Nanni
Moretti Diary of a Moviegoer é
uma lamúria sobre o estado do cinema.
Electric Princess Picture House, de
Hou Hsiao-hsien, lamenta o declínio
dos dias de glória do cinema europeu,
mostrando Mouchette, de Robert Bresson,
exibido num cinema vazio.
Ponto comum é que vários cineastas
focaram na decadência de algumas
salas de cinema que eles amaram desde
a juventude. Como a experiência
coletiva de estar no escuro com centenas
de outros espectadores está dando
lugar à solitária experiência
de ficar na frente do computador, muitos
lamentam o fim de uma era que os definiu,
enquanto outros celebram as mudanças
radicais que estão desvelando uma
nova era. |
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| Imprensa |
Produção
Nota |
No 60º aniversário
do Festival Cannes, o presidente do
festival, Gilles Jacob, convidou mais
de trinta cineastas para fazer contribuições
de três minutos a uma obra coletiva
cujo tema é o amor ao cinema.
Em honra ao 60º aniversário
do Festival de Cinema de Cannes, o
presidente do festival, Gilles Jacob,
convidou mais de trinta cineastas
para fazerem contribuições
de três minutos a uma obra coletiva.
O tema que os une nesse trabalho é,
naturalmente, o amor ao cinema. A
diversidade dos filmes prova que enquanto
o entusiasmo pelo cinema é possivelmente
universal, cada experiência cultural
que advém dele - isso para não
falar de cada espectador - é
completamente única. |
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| Detalhes
da Edição |
| Distribuidora |
Dreamland |
| Edição |
To Each His Own
Cinema |
| Data
de Lançamento |
2007-03-07 |
| Legendas |
Chinese; English;
Português |
| Núm.Discos/Fitas |
1 |
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Imagens |
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Notas |
Tsai Ming-liang em
It's a Dream é igualmente nostálgico,
ao lembrar dos filmes aos quais assistia
em sua infância nos anos 70, na
Malásia (nesse caso, com uma grande
contribuição de cineastas
asiáticos como Wong Kar-wai, Chen
Kaige, Zhang Yimou e Takeshi Kitano).
Em frente a um cinema brasileiro que
exibe Os Incompreendidos (Les 400 Coups,
1959), de François Truffaut, o
brasileiro Walter Salles cria uma paralisante
performance musical com seu filme 8944
km from Cannes, cujo tema é o próprio
festival.
Theo Angelopoulos ainda consegue juntar
Jeanne Moreau e Marcello Mastroianni
em Three Minutes (a obra coletiva autoral
é dedicada na verdade ao grande
guru de Mastroianni, Federico Fellini).
E a lista continua. Os nomes dos autores
só são revelados após
cada um dos curtas, permitindo que o
espectador tente adivinhar qual cineasta
está por trás de cada uma
das contribuições. |
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